Como Ter orgasmos múltiplos em seu próprio lar

>> Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Tem que dar play pra entrar no clima do post!
escrava Isaura - Escrava isaura






Seu casamento esfriou??

O bofe não dá mais no couro???

Ele ronca e deixa você a ver navios???

Simples...

Dispa-se de seus temores e jogue-se de corpo e alma aos prazeres eróticos, de várias roupas molhadas, à sua espera para serem penduradas no secador.

Porque tarefas domésticas fodem a paciência, então você não pode dizer, que não goza, não me venha com esta!!!!

Aqui em casa são DOIS secadores ,people e um de chão o que significa orgasmos múltiplos e prolongados...


Todas nós, temos pela proa este calvário,que é cuidar do lar, é mesmo uma tarefa nojenta...

Não acaba nunca, e tenho mesmo vocação pra formiga carregadeira, porque , tudo fica espalhado pelo chão daqui de casa.




Alias, como nas casas de toda a humanidade, veja só se os nossos pares iriam se dar ao trabalho de guardar se tem a Isaura aqui???

Minhas lâmpadas dicróicas que o digam, estão à espera de serem trocadas há uns três meses pelo menos, já que a tampinha aqui ainda não atacou de pole Dancer...

Até porquê com uma escada , deve ser um pouco mais difícil que um poste!!!

E ainda por cima, não alcanço. Ainda bem senão era um gozo garantido!!!

Gente...

E quando ataco de Maria Ester Bueno??? Uma das maiores revelações do tênis brasileiro feminino, sou imbatível com uma raquete elétrica...

Não há mosquito que me vença!

Acho até que vou montar uma escolinha de tênis mosquitório, por aqui...

Ou seria mosquitício???

Sei lá...

Seja como for, secadores, panelas, louças para serem lavadas, secas e guardadas, tudo me irrita, e consome...

E podem levar você também, ao êxtase.

Por que vocês não experimentam???

See Ya!!!

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Como nos tempos da vovó

>> Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

As pesquisas comprovam o que a gente já vem sentindo na pele: a famigerada crise (financeira) mundial atrapalhou e muito a mulher no mercado de trabalho formal e informal pelo Brasil. Pior ainda: está ressuscitando a mulher do lar, que parecia impossível ser reativada na sociedade.



Mas, quem dera fosse só a globalização o nosso grande fantasma...

Outro dia, o namorido estava pelo MSN, contando o causo de uma moça que fez entrevista para estagiar como arquiteta na empresa em que ele trabalha. Tinha um currículo muito bom, incluindo 4 meses de especialização em Portugal. Estava voltando para concluir a faculdade e, já havia passado por outras empresas como estagiária, inclusive no exterior. Mas não ficou. Por quê? Porque o babão que viria a ser seu chefe, não a achou bonita o suficiente para assumir o cargo. Tá bom para vocês?


Não estou falando de uma pessoa mal arrumada, de unhas por fazer, que falava gírias, que não sabia se portar... Esse blá blá blá do pessoal do RH, não. Estou falando de uma moça que não era gostosa para ser estagiária em uma empresa de engenharia.

Tem que lembrar a esse tipo de sujeito que mulher com dinheiro fica impressionantemente atraente. Até a Glória Maria, minha gente... De toda forma, o que a menina queria vender era a mão de obra, não a bunda (assim como tem sido o meu caso). E sendo comprovadamente competente, beleza neste caso, passa para o segundo plano, ou não?!


Nada contra as mulheres do lar. Ao contrário. Aplaudo muito quem faz esta opção, mas vejam: opção. Aquilo que fazemos por gosto. Para quem não deseja isso pra si, é muito frustrante.

A gente estuda, se qualifica e tudo que precisa é de uma bela bunda?! Vesti a carapuça! Terminei a faculdade, estágio está acabando, estou gordinha, não tenho grana pra comprar roupas de grife e, menos ainda, para investir em uma lipo, silicone, drenagem linfática, Pilates... O meu espelho está gritando: “Nêga, é urgente!”, mas eu não posso fazer. Estará meu emprego definitivamente perdido?!

Isso é Brasil. Quem tem filha em casa que a ensine a dançar, olhar, comer pouco e malhar. Isso é tudo o que ela precisa saber, como nos tempos da vovó. Para o resto, "HARE BABA", contente-se com um maridinho pobre e limpinho, que é o que sua varinha medíocre vai conseguir pescar.

Dá náusea, não dá!? Vou ali vomitar e volto já.

Enquanto não volto, recomendo a leitura do Post "Porque ser mulher não é tão simples quanto parece", no blog de Cris Araújo. Vale a pena!

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"Prenez soin de vous" o escambau!

>> Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

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(mesmo que BEP seja meio repetitivo por aqui ultimamente!)




A mulher que nunca ‘levou um fora’ que atire a primeira pedra. E quem nunca deu um, também. Eu, por exemplo, costumo ser bem radical, bem direta... Tanto que eu terminei um relacionamento uma vez com um simples “Não adianta continuarmos namorando. Eu não gosto de você como você gosta de mim”.

Admito que não foi fácil dizer isso, nem ver ele saindo da minha casa, do meu portão, com uma cara chorosa... Aquela mesma pessoa que tinha me dito “eu te amo” uns dias antes. A mesma pessoa a quem eu não respondi nada ao ouvir a frase que toda mulher gostaria de ouvir do namorado.

Na época eu fui tida como cruel pelos meus amigos, mas eu achei (e ainda acho) que tinha feito a coisa certa. Somos amigos agora; acreditam? Pois é... Eu fui sincera e ele foi maduro o suficiente pra entender que eu gostava dele, mas como amigo. E que seria muito difícil eu gostar dele como homem. (Não... Não namoraria ele hoje e não ficaria com ele. É meu amigo, amigo da minha família... E ponto.).

Mas, não é sobre mim o post de hoje. É que... Não sei se vocês sabem, mas este mês aconteceu a FLIP e não se falava em outra coisa aqui pelo Rio. E daí que um dos destaques da FLIP deste ano foi a vinda da Sophie Calle, uma francesa que deu o que falar ao “transformar um fora do namorado em obra de arte”. Ah! E do Grégoire Bouillier, também. Quem é Grégoire Bouillier? O namorado em questão. Agora, ex.

Sophie outro dia decarou: “Recebi um e-mail dizendo que havia acabado. Não sabia como responder. Foi quase como se não tivesse significado nada. Ele terminou com as palavras, “Cuide-se”. Segui esse conselho ao pé da letra. Pedi a 104 mulheres (e também a duas bonecas e uma fêmea de papagaio), escolhidas por suas profissões ou habilidades, para interpretar a carta. Para analisá-la, comentá-la, dançá-la, cantá-la. Dissecá-la. Exaurí-la. Compreendê-la para mim. Responder para mim. Foi uma forma de ocupar o tempo da ruptura Uma maneira de cuidar de mim mesma.” (vi
aqui)

Até aí tudo bem. Só que será que alguém já parou pra ouvir o outro lado da história?
Duvido...

Não é do meu feitio defender homens aqui no blog. Estou sempre é reclamando deles. Mas, neste caso, a coisa muda. Olhem só um trecho da entrevista que o argentino Grégoire Bouillier deu à Marie Claire no mês passado. Vocês concordando comigo ou não, eu assumo: Defendo ele. Porque ela não tinha por que expor a vida íntima dos dois a cento e poucas mulheres, a quem ela pediu que comentasse o e-mail que ele mandou terminando o relacionamento, depois de, segundo ele, várias tentativas de contato com ela por telefone para terminarem o relacionamento pessoalmente... Ou por telefone mesmo.

MC: Quando decidiu se separar, você tentou falar com ela por telefone? O que aconteceu, então? Por que o e-mail?

GB: Sim. Na verdade, fazia um tempo que eu queria terminar. No sábado, liguei para ela e acho que ela sentiu, porque não quis falar comigo. Ela tinha me dito que estava em Berlim. Aí, no domingo, eu escrevi esse e-mail durante um momento estranho. Era como se eu precisasse terminar aquela história naquele instante, era imperativo. Estava convencido de que Sophie ia me responder. É como acontece nas rupturas: a gente precisa se explicar, é normal. Achei que a gente ia se ver, ia brigar, chorar etc. Mas, na verdade, a partir desse dia, não tive mais notícias. Ela nunca tentou conversar, brigar ou o que quer que seja.

E, depois da Constança Tatsch, da Marie Claire, entrar em contato com ela por telefone e perguntar sobre o Brasil, o trabalho e a FLIP, Sophie Calle foi de uma falta de educação enorme (minha opinião, ok?). O país no qual ela vai promover seu trabalho e “faturar um a mais” num evento internacionalmente conhecido a procura pra uma reportagem de promoção do seu trabalho e ela dizer “Não falo de minha vida pessoal” (o que é um absurdo ouvir de alguém que publicou o e-mail no qual Grégoire Bouillier terminava o relacionamento com ela) e “Não. Estou curiosa como por tudo na vida”, quando perguntada sobre o Brasil e a sua curiosidade por conhecer nosso país... É “o fim”, né gente? Peloamordedeus!

Sinceramente? Tomei raiva dela. Pela falta de educação com a reportagem da Marie Claire. Bem diferente de Bouilier, claro.

Enfim... Depois de ver uma cacetada de gente aplaudindo a Sophie, eu tinha que expor minha opinião. Precisava.

Então, encerro minha contribuição à humanidade com a sensação maravilhosa de um belo
#PRONTOFALEI

Por: Dani Antunes
http://dani-antunes.blogspot.com/(Blog novo pessoas! Apareçam!)


Pra ler e entender um pouco mais, visitem também:
http://desbancandobalzac.blogspot.com/2009/05/prenez-soin-de-vous-cuide-se.html
http://revistamarieclaire.globo.com/

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